05 dezembro, 2011

“Arte Maçónica Numa Visão Profana” GRÉMIO LUSITANO ACOLHE LANÇAMENTO DE LIVRO DA PINTORA CARMEN-LARA • Prefácio de António Arnaut














 






NOTA DE IMPRENSA

“Arte Maçónica Numa Visão Profana”

GRÉMIO LUSITANO ACOLHE LANÇAMENTO
DE LIVRO DA PINTORA CARMEN-LARA

• Prefácio de António Arnaut

O livro “Arte Maçónica Numa Visão Profana”, de autoria de Carmen-Lara e prefaciado por António Arnaut, vai ser lançado no Grémio Lusitano (rua do Grémio, 25), no próximo dia 13, às 18h30.
António Arnaut, num douto preâmbulo, considera que “servindo-se habilmente da simbologia maçónica, Carmen-Lara soube combinar na paleta da sua imaginação as tintas que deram forma e cor ao “espírito” que se exala, como um suspiro de amor, destas 33 telas que vieram enriquecer a arte maçónica”.
Solicitada a enquadrar esta obra, diz Carmen-Lara: “Pretendo construir uma ponte entre o mundo profano e o mundo maçónico. De uma forma suave e subtil, pretendo também construir uma verdadeira ponte de passagem do mundo profano para o verdadeiro Conhecimento, suscitando o interesse para a pesquisa, assim contribuindo para a desmistificação de alguns conceitos errados no mundo profano, consequentes de um estado de desconhecimento.”


O Livro está à venda em:

1-Sítio do Livro on-line:

http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/arte-maconica/9789892027012/

2-Livraria Barata – Av. Roma - Lisboa


Carmen-Lara
       

02 dezembro, 2011

"O Génesis"



O estado ideal e definitivo da matéria é atingido quando os elementos são ordenados segundo os graus da sua densidade: (do interior para o exterior) Terra, Água, Ar e Fogo. No centro, surge o Sol, o ouro.

Fonte: O Museu hermético / Alquimia & Misticismo de Alexander Roob

Técnica mista s/tela - 45x35 2011

15 novembro, 2011

"Terra, Água, Ar e Fogo"



“Os quatro elementos: Terra, Água, Ar e Fogo”, correspondem a 4 fases da Obra e a 4 graus do Fogo”
“Com Aristóteles, a prima matéria foi associada às quatro qualidades: seco, frio, humidade e calor, formando assim os 4 elementos. Na medida bem que o homem manipula estas propriedades, é também possível alterar as estruturas elementares da matéria e transmutá-la.”
“Segundo uma lei atribuída a Pitágoras, o espectro de todas as possibilidades terrenas está associado ao número quatro. O quinto elemento aristotélico, a subtil quintessência, só se encontra pois no céu superior do fogo divino. O objectivo de todos os alquimistas era trazer esse quinto elemento para a terra através das repetidas transmutações que o seu trabalho implicava. O que se traduziu na frequente destilação do álcool, o espírito do vinho, ou na concepção da luz divina presente no sal.”
“O texto grego mais antigo de teor alquimista, sob o título programático de Physica Kai Mystika (das coisas naturais e das coisas ocultas), subdivide já a Opus Magnum em quatro fases, de acordo com as cores que apresentam: Negro (Nigredo), o Branco (Albedo), o Amarelo (Citrinitas), e o Vermelho (Rubedo).
Esta classificação perdurou de um modo geral ao longo de toda a história da alquimia, com variantes pouco significativas.”

Fonte: O Museu hermético / Alquimia & Misticismo de Alexander Roob

23 abril, 2011

17 março, 2011

"Aurora"




“Aurora”

“Vira-te para mim com todo o teu coração e não me desprezes por ser negra e escura, porque foi o sol que me tisnou, e as profundezas sombrias cobriram-me o rosto”

Esta obra representa a Sophia lunar, que tendo descido até à matéria ficou prisioneira dela.

No Cântico de Salomão diz ser tão negra como as filhas de Cedar: “ Não olhem para mim, porque sou negra, porque o sol olhou para mim.”


Fim da Noite (55x65)







































“Tempo Sombrio”

“(…) Assim a Madrugada no auge do vermelho é o fim de toda a escuridão e a expulsão da noite, esse tempo sombrio com o qual nos confrontamos se nos aventurarmos nele e não tivermos cautela.”


09 março, 2011

CONVITE EXPOSIÇÃO ARTE MAÇÓNICA 25 DE MARÇO NO MUSEU DA REPÚBLICA E DA RESISTÊNCIA * LISBOA










Estimados Amigos e Amigos dos Amigos,



É com muita alegria e empenho, que realizamos mais uma exposição sobre a Arte de Viver Maçónicamente. Esta exposição complementa-se com uma conferência: Maçonaria na Construção do Homem e Humanidade: Símbolos e Formas.

Será certamente um fim de tarde notável, contamos com a presença do Grão-Mestre, do Past-Grão-Mestre do Grande Oriente Ibérico e Mestres Maçons que irão desenvolver o tema da exposição em conferência e assim contribuir para o enriquecimento de todos nós.

Tudo acontecerá num ambiente de Fraternidade, seremos recebidos com um Porto de Honra, sumos, água, salgados e doces ao som de “Mozart e a Flauta Mágica”.

Serão todos muito bem vindos.

Carmen-Lara




14 fevereiro, 2011

A Chave



Dimensões: 75x95
Técnica: Mista s/ Tela
Ano: 2011


Flor de Lótus

A Flor de Lótus é o símbolo supremo do Cosmo e do Ser Humano, determinando assim, Pureza e Perfeição Humana.
Mantém a sua temperatura em torno de 35 graus, possui um sistema de auto-regulação de calor, como os seres humanos e os mamíferos.
Suas Folhas, têm a capacidade de repelir poeiras e microrganismos.
A Flor de Lótus cresce e desenvolve-se na escuridão do lodo, emergindo para a superfície, abrindo as suas flores, permanece imaculada da água e da terra.


Lótus Azul

Lótus Azul:
Representa a vitória do espírito sobre os sentidos. É a vitória da inteligência, sabedoria e conhecimento. A Lotus azul nunca está totalmente aberta e seu miolo nunca é visto.






Dimensões: 30x30
Técnica: Mista s/Tela
Ano: 2011


Publico para deleite de todos os leitores, este lindo poema, que uma amiga escreveu, inspirada na lenda da Flor de Lótus

Cada flor tem a sua vida.
Cada Flor tem várias cores.
Cada flor tem a sua história a sua lenda.
Cada flor prima pelos seus amores.

Ao ler tão maravilhosa lenda.
Por esta flor fiquei apaixonada.
Conhecia mas não dava o devido valor.
Só depois de ler a sua lenda encantada.

Sua lenda me tocou profundamente.
Da maneira como foi geradada.
Foi gerada pelas quatro forças divinas.
Num simples lago foi abencoada.

Suas raízes aem fortalecidas.

Do mais puro lodo e lama.
Sua haste na água, cristalina.
Será sempre mergulhada.
Com a suavidade da brisa do ar.
As suas folhas e flores, serão tonificadas.

Com o calor do fogo terá sempre.
As mais formosas cores.
Será uma flor de eternos valores.
Que por muitos será uma beleza Imaculada.

O sol ao ver tamanha, bondade, não quiz ficar atrás.
Abencoou-a com o seu dom especial.
Para dar entrada como uma rainha.
E para o mundo ser um a flor espiritual.

Serviu para o homem como simbolo.

Do amor, dignidade, paixão, pureza e perfeição.
Sua força divina é emergida das águas lodosas.
Do mais profundo, do mais elevado, do mais puro.
Da mais alta escuridão, e da mais viva e eterna luz.
É olhada por muitos com respeito e veneração.



Tua beleza, tua Luz, tua força.
Será para mim uma referência.

De Inspiração Coragem e Amor.
Desabrocharás teus lindos botões.
Em forma de um simples coração.
Na mais eterna e purificada flor.

Lotus és uma rara e preciosa Jóia.
És a rainha da perfeição.
Serás sempre a minha luz.
Dentro do meu pobre coração.


Fátima Lopes 16 - Fevereiro - 2011 -- 1h35m

Direitos reservados

Lótus Branca

Lótus Branca:
Representa a total pureza da mente e perfeição espiritual






Lótus Vermelha

Lótus Vermelha:
Simboliza a natureza original do coração. É a Lótus de muitas qualidades do coração, incluindo o amor, compaixão e paixão



Lenda da Flor de Lótus:

Lenda da Flor de Lótus:

Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumadas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o Fogo, o Ar, a Água e a Terra.

- Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva - disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza.

É verdade - disse o ar. - É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos a nossa liberdade.

- Não te queixes - disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo, entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo.

- Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar - disse a terra - pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço.

- Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos - tornou a dizer o fogo - com discussões supérfluas. É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união.

Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, perdendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico.

Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: - E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? - A ideia pareceu digna de experiência. Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra - e alimentarei suas raízes. - Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água - e farei crescer sua haste. - Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar - e tonificarei a planta. - Eu porei todo o rneu calor - disse o fogo - para dar às suas corolas as mais formosas cores.

Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha.

Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana.
Fonte(s):
http://www.flordelotus.eu/content/view/1…